AUTORES
Miniatura
Autores
Ana Beatriz Souza da Silveira | Ana Júlia Souza Teixeira | Estela dos Reis Souza Green | Giovanna Brasil Mendes Calasans | Ana Beatriz Souza da Silveira | Ana Júlia Souza Teixeira | Estela dos Reis Souza Green | Giovanna Brasil Mendes Calasans
E-mail de contato
souzadasilveiraanabeatriz3@gmail.com
Campus / Polo
Modalidade do(s) curso(s)
Curso(s) de Graduação:
Ciências Biológicas - Bacharelado Ecologia | Ciências Biológicas - Licenciatura
PROJETO MAKER
Semestre
Disciplina maker
Outros Projetos - Projeto de Extensão Curricular
Professor(a)
Maíra Moraes Pereira
Tipo(s) de produto(s)
RESUMO DO PROJETO MAKER
Título do Projeto Maker
Filo Rhombozoa
Objetivo do projeto
Explorar, divulgar e valorizar o conhecimento sobre o Filo Rhombozoa por meio da produção de um vídeo educativo, promovendo a reflexão sobre a diversidade da vida e estimulando o interesse pela zoologia de invertebrados pouco conhecidos.
Descrição do projeto
O projeto consiste na elaboração de um vídeo autoral que apresenta, de forma didática e visual, as principais características do Filo Rhombozoa, um grupo de animais microscópicos parasitas de cefalópodes. O vídeo combina pesquisa acadêmica e linguagem acessível, buscando tornar o conteúdo mais envolvente. A produção tem como público-alvo estudantes de biologia e pessoas interessadas em ciência, arte e educação.
Materiais e métodos
A pesquisa do conteúdo foi feita com base em livros de zoologia, artigos científicos e materiais complementares. A produção do roteiro foi realizada de forma colaborativa entre os integrantes do grupo, que também participaram da gravação. Para a edição, foi utilizado o software CapCut, além de imagens ilustrativas produzidas por IA e/ou bancos gratuitos. O processo metodológico adotou princípios de divulgação científica e um vídeo didático, com atenção à clareza, estética e coerência.
Aprendizados e desafios
O principal desafio foi a escassez de materiais sobre o Filo Rhombozoa, exigindo busca em fontes especializadas. Também foi necessário adaptar a linguagem científica para o público leigo e lidar com a edição de vídeo, já que nem todos tinham experiência com a ferramenta. Como aprendizado, destacam-se a cooperação em grupo, a revisão de fontes e a criatividade na comunicação científica, ampliando a compreensão sobre organismos microscópicos e o uso de vídeos como ponte entre ciência e sociedade.

