Coleção
Feira Maker UVA
Item
EMOÇÕES EM TRÂNSITO: UM JOGO EDUCATIVO PARA O RECONHECIMENTO E MANEJO DAS EMOÇÕES
Documento
AUTORES
Miniatura
Autores
Daniele Wajgarten | Enrico Severini Andriolo | Francielle Romão Rodrigues | Roseli Martins Xavier Pinto | Rubi Dantas Serpa | Thalita de Almeida Fialho | Yasmim Novaes de Lima
E-mail de contato
serparubi@gmail.com
Campus / Polo
Modalidade do(s) curso(s)
Curso(s) de Graduação:
PROJETO MAKER
Semestre
Disciplina maker
Motivação e Emoção
Professor(a)
Rosemeri Covre
Tipo(s) de produto(s)
Caso seu(s) projeto(s) esteja disponível online (sites, redes sociais, etc.), nos envie o(s) link(s):
https://drive.google.com/file/d/1ftuuXKJzFQC0II74MAyb1kHUO7iiHIqh/view
RESUMO DO PROJETO MAKER
Título do Projeto Maker
EMOÇÕES EM TRÂNSITO: UM JOGO EDUCATIVO PARA O RECONHECIMENTO E MANEJO DAS EMOÇÕES
Objetivo do projeto
Estimular o autoconhecimento e a inteligência emocional por meio de uma ferramenta lúdica que ensina a diferenciar a função adaptativa das emoções de suas reações disfuncionais.
Descrição do projeto
O projeto consiste em um protótipo de jogo de tabuleiro voltado para o desenvolvimento da inteligência emocional, contendo cartas que apresentam situações cotidianas de trânsito para estimular o debate sobre reações funcionais e disfuncionais das emoções em contextos educacionais ou terapêuticos.
Materiais e métodos
Para o desenvolvimento do jogo, utilizou-se pesquisa bibliográfica para definir as situações emocionais.O design gráfico do tabuleiro e das cartas foi desenvolvido na plataforma Canva e a versão física foi impressa em papel colorido. O protótipo é composto por um tabuleiro impresso com uma pista de 26 casas, 20 cartas de situações (frente e verso), um dado de 6 lados e carrinhos de brinquedo, organizados manualmente para a simulação da dinâmica no trânsito.
Aprendizados e desafios
O principal desafio foi traduzir os conceitos teóricos da psicologia sobre emoções funcionais e disfuncionais para uma linguagem lúdica e acessível no formato de jogo. O principal aprendizado foi a compreensão de que não existem emoções "ruins", mas sim formas de expressão que podem ser administradas para evitar consequências negativas.


