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Mariana de Freitas Rasga
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FORMAÇÃO
Miniatura
Graduação
Curso
Bacharelado em direito
Ano de conclusão (graduação)
2000
Instituição
Faculdade Brasileira de Ciências Jurídicas
Título do Trabalho de Conclusão
Penas alternativas
Curso
Mediação
Ano de conclusão (graduação)
2023
Instituição
Universidade Estácio de Sá
Título do Trabalho de Conclusão
Não teve
Pós-graduação Lato Sensu
Curso
Especialização em Direito Constitucional
Ano de conclusão (lato sensu)
2009
Instituição
Universidade Estácio de Sá
Título do Trabalho de Conclusão
A Nacionalidade Originária no Direito Constitucional Brasileiro
Curso
Especialização em Filosofia e Direitos Humanos
Ano de conclusão (lato sensu)
2021
Instituição
Unyleya
Título do Trabalho de Conclusão
A razão prática e os julgamentos morais em Kant
Mestrado
Curso
Mestrado Acadêmico em Direito
Ano de conclusão (mestrado)
2013
Instituição
Universidade Gama Filho
Título da dissertação
Supralegalidade da Convenção da Haia Sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças
Doutorado
Curso
Doutorado em Direito
Ano de conclusão (doutorado)
2020
Instituição
Universidade Veiga de Almeida
Título da tese
Direitos Humanos em Tempos de Crise: o controle de convencionalidade como mecanismo de salvaguarda da dignidade humana
DADOS GERAIS
Nome completo
Mariana de Freitas Rasga
Link do Currículo Lattes
Resumo
Doutora em Direito pela Universidade Veiga de Almeida (UVA-RJ), Mestre em Direito pela Universidade Gama Filho (UGF-RJ), Pós-graduada em Direito Constitucional pela Universidade Estácio de Sá (UNESA-RJ) e em Filosofia e Direitos Humanos (UNILEYA-DF) Graduada em Direito. Bolsista do Programa Pesquisa Produtividade da UNESA. Pesquisadora cadastrada no CNPq no Diretório de Grupo de Pesquisa URBANA MENTE: Diálogos, Dilemas e Perspectivas. Professora auxiliar de Direitos Humanos, Organização Estatal, Direito Constitucional, Hermenêutica Jurídica, Processo e Jurisdição Constitucional, Laboratório de Casos Jurídicos I e II da graduação em Direito da Universidade Veiga de Almeida (RJ). Professora auxiliar de Negociações Internacionais do Curso de Relações Internacionais da Universidade Veiga de Almeida. Professora auxiliar das áreas de Direitos Humanos, Direito Constitucional e Internacional da graduação em Direito da Universidade Estácio de Sá (RJ). Foi coordenadora da Pós-graduação em Direito Constitucional e em Direito e Processo do Trabalho e Direito Previdenciário da Universidade Estácio de Sá (RJ). É coordenadora da Pós-graduação em Direito Penal e Processo Penal e Direito Constitucional e Público e Direito Tributário da Universidade Estácio de Sá (RJ) Foi coordenadora da Graduação em Direito do campus João Uchôa da Universidade Estácio de Sá (RJ). Professora convidada do MBA da ECEMAR - Escola de Comando e Estado Maior da Aeronáutica. Tem certificação e experiência na área de Negociações Internacionais USP Universidade de São Paulo. É palestrante e conferencista na área jurídica. Desenvolve agenda de pesquisa voltada aos conflitos internacionais, resoluções de conflitos, mediação, negociações internacionais e controle de convencionalidade. Atuou como conciliadora nomeada pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro. Atualmente, investiga a atuação da Corte Interamericana de Direitos Humanos e seu diálogo com a Corte de Estrasburgo. Exerce a advocacia e assessoria jurídica no Rio de Janeiro. É professora orientadora de projetos educativos em cursos de graduação de aprendizagem para Educação a Distância (EAD) em Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA). Possui competências gerais e específicas da prática da tutoria (EAD). É avaliadora do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP).
ATUAÇÃO DOCENTE
Modalidade(s) em que atua como docente na UVA
Campus em que atua na UVA
Área(s) de atuação
Ciências Sociais Aplicadas | Ciências Sociais Aplicadas > Direito
Curso(s) de Graduação:
Curso(s) da Pós-Graduação Stricto-Sensu
Disciplinas lecionadas na Graduação
Direitos Humanos | Direito Constitucional | Direito Internacional | Negociações Internacionais | Governança Global e Regional | Negociação, Arbitragem e Mediação | Direito Eleitoral | Sistema Eleitoral | Design de Carreira Jurídica | Teoria do Direito | Laboratório Jurídico | Hermenêutica Jurídica | Organização do Estado e dos Poderes
ATUAÇÃO EM PESQUISA
Últimos projetos de iniciação científica que você orientou na UVA
2020 - 2021 O (des)uso do Controle de convencionalidade difuso pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro | 2020 - 2021 Pragmatismo constitucional: as demarcações dos limites aos direitos fundamentais em tempos de COVID-19 | 2020 - Atual O Controle de Convencionalidade e sua relação com o sistema constitucional brasileiro.
Principais projetos de pesquisa
Descrição: Pesquisa realizada na Universidade Veiga de Almeida no âmbito do PIC/UVA. A presente pesquisa teve como objetivo geral demonstrar se o controle de convencionalidade tal como admitido nos casos submetidos à Corte Interamericana de Direitos Humanos é aplicado, em caráter difuso e concreto, pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro entre os anos de 2010 até 2020.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (3) . | Descrição: A investigação sobre o pragmatismo constitucional em tempos de COVID-19 foi desenvolvida no âmbito do PIC 2021, da Universidade Veiga de Almeida (UVA/RJ). O tema relativo à limitação aos direitos fundamentais no Estado Democrático de Direito assumiu caráter de extrema relevância após a declaração de pandemia, em 2020, pela Organização Mundial da Saúde. Neste ano vários países do mundo adotaram medidas de contenção e combate ao vírus. Entre eles o Brasil, que editou a Lei nº 13.979, em 6 de fevereiro de 2020, que dispôs sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional. Segundo a lei, as medidas estabelecidas objetivam a proteção de toda a coletividade. Para tanto, a lei definiu medidas, como o isolamento, a quarentena e a determinação de realização compulsória, como por exemplo, de exames médicos, de coleta de amostras clínicas e de vacinação, entre outras medidas profiláticas. A partir do avanço do COVID-19 e das medidas restritivas impostas pelo Estado, se ambicionou estudar o pragmatismo constitucional, desde medidas para resguardar a federação brasileira, até as limitações dos direitos fundamentais, seja no estado de legalidade ou da extra legalidade, a partir da defesa do estado e das instituições democráticas, enquanto durar a pandemia.. Situação: Concluído; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Graduação: (2) . | Descrição: A pesquisa desenvolvida faz parte da Bolsa do Programa Pesquisa Produtividade 2020 da Universidade Estácio de Sá (UNESA). Desde a primeira sentença proferida pela Corte Interamericana de Direitos Humanos - no caso Velásquez Rodríguez versus Honduras, em 1988 - o tema relativo ao controle de convencionalidade assumiu extrema relevância jurídico-social, não só porque passou a ser o fundamento de imposição da responsabilidade internacional do Estado violador de direitos consagrados na Convenção Americana de Direitos Humanos, como também determinou um novo paradigma jurídico a ser seguido pelos Estados. Entretanto, pode-se dizer que no Brasil a aplicação do controle de convencionalidade é ainda rudimentar em comparação com os demais Estados integrantes do sistema regional de proteção dos Direitos Humanos. A questão parece se tornar mais complexa à medida que decisões nacionais e internacionais sobre o mesmo objeto jurídico se revelam díspares, fato que gera insegurança, além de possibilitar novas condenações do Estado brasileiro por descumprimento de tratados. Situação: Em andamento; Natureza: Pesquisa. Alunos envolvidos: Doutorado: (1) .

